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quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Nossa Participação no Fórum Social Temático - Energia

Nossa palestra sobre Energia Solar no Fórum Social Temático - Energia 09/08/2014 - UnB BSA Sul:
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Um mundo com uma Matriz Energética Limpa, sem Impactos Climáticos, Ambientais e Sociais. Nós podemos construí-lo!

Forno Solar de Odeillo (desde anos 60) nos Pirineus Franceses

Fusão Nuclear

Hidrato de Metano

Coletores Parabólicos (tecnologia CSP)

Torre de Convecção

Tecnologias de Armazenagem de Energia

Fornos Solares e Desidratadores para Processamento de Alimentos

quarta-feira, 18 de junho de 2014

Pimenta Calabresa com Energia Solar

Pimenta Calabresa com Energia Solar
Estou fazendo experimentos e publicando aqui para dar idéias tanto a pequenos produtores rurais, como associações e cooperativas, de como usar a Energia Solar para agregar valor a seus produtos. 
A Energia Solar pode ser usada para secagem de grãos, desidratação de alimentos, e também para cozinhar proporcionando grande economia de energia.
Fornos solares e desidratadores são essencialmente parecidos. O desidratador precisa de uma saída, ou respiradouro para a umidade.
Nesta sequência de fotos você poderá ver como a pimenta calabresa é produzida:

Pimenta no Forno Solar da Pleno Sol
    
Primeiro a pimenta é lavada e depois moída. Coloca-se em uma tela dentro de um desidratador ou forno solar.
Um ou dois dias no Sol são suficientes para secagem. No sol do cerrado apenas um dia ou meio dia e já está pronto.
Pimenta Calabresa
Pode-se pilar ou moer a pimenta depois de seca, dependendo do tipo que se quer: Pó ou pequenos pedaços.
Desidratador Misto da Pleno Sol
O desidratador misto da Pleno Sol funciona com o sol ou com eletricidade. Se for preciso uma secagem mais rápida ou que não possa ser interrompida como no caso de cogumelos, usa-se a eletricidade para terminar o serviço à noite.
Este desidratador possui várias bandejas, o que nos dá um ganho de escala na produção.
O fato de usar o sol para a secagem garante uma economia de energia que pode fazer o produto ficar mais barato para o consumidor. Acrescenta uma vantagem de preço no produto e o produtor ainda pode fazer propaganda de que não está emitindo gases de efeito estufa, ou seja, possui um produto cuja elaboração é sustentável.
O investimento em um forno ou desidratador é interessante pois eles são fortes e podem durar muitos anos.

Link da Pleno Sol Clique aqui.

terça-feira, 10 de junho de 2014

Fazendo Banana Chips com Energia Solar

Banana Chips
com o meu Forno Solar da Pleno Sol



Receita:

Corte em fatias bem finas e adicione sal e algumas gotas de limão para não escurecer a banana.

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Viva a Amazônia Amarela!

Viva a Amazônia Amarela!
Por Walder Antonio Teixeira



Porquê a Amazônia Azul e não Amazônia Amarela?
Estamos vivendo uma época de mudança de paradigmas em vários sentidos, mas uma mudança é crucial: A mudança do modelo econômico baseado no consumo de energias fósseis. A questão energética, ou do modelo energético, é crucial neste momento, não só por causa das alterações climáticas e do aquecimento global, mas também, no estilo de vida, na forma de nos relacionarmos com o consumo, e principalmente, de nos basearmos em recursos finitos, ou seja, não renováveis.
A idéia da “Amazônia Azul” não é nova. Já se ouvia falar dela desde a década de 70. O Atlântico Sul, principalmente na região da costa brasileira dentro do limite das 200 milhas sempre foi rico. Rico em pescado, em algas, em biodiversidade, etc. Mas essa idéia só começa a aparecer na mídia com o advento do pré-sal. Isto prova que tanto para a mídia, como para o governo, o interesse em uma idéia, qualquer que seja ela, está atrelado ao lucro de determinados grupos econômicos.
Investir centenas de bilhões em um combustível que jorrará mais caro do que o normal, que não é renovável, cuja produção oferece riscos ao meio ambiente, e que só atingirá o consumidor daqui a cinco anos, é no mínimo estar seguro do retorno do investimento, ou da permanência das variáveis econômicas, e até mesmo das variáveis tecnológicas. A alternativa é muito pior: Se não estiver seguro do retorno, então é porque está seguro de que poderá usar o poder político para manipular as variáveis, sejam as variáveis econômicas de produção e consumo, sejam as variáveis tecnológicas. Exemplo: Para continuar a vender gasolina o governo pode proibir o uso ou a importação de automóveis híbridos ou elétricos. Independente de o Governo estar certo ou errado, independente de estarmos em outro patamar tecnológico daqui a cinco anos ou não, independente do pré-sal dar lucro ou não, eu quero levar a discussão para outro lado, para o rumo dos recursos renováveis.
Assim como existe uma Amazônia Verde com riquezas como biodiversidade, recursos minerais, recursos hídricos, etc., assim como existe uma Amazônia Azul, também com riquezas como biodiversidade, também com recursos minerais e energéticos, existe também a Amazônia Amarela, o Sertão Nordestino, também conhecido como “semi-árido”. Qual seria a riqueza da região do semi-árido Nordestino?
Esta região, o Sertão Nordestino, possui, além da biodiversidade da caatinga, uma imensa reserva energética: O Sol. Se uma pequena porcentagem do semi-árido fosse totalmente ocupada com painéis solares (tecnologia PV), ou com torres de espelhos, ou com refletores semiparabólicos (tecnologias CSP), teríamos tanta energia que poderíamos cancelar a construção de usinas nucleares, desligar todas as usinas térmicas, produzir hidrogênio para gerar mais energia à noite quando não há sol, e ainda sobraria hidrogênio e energia elétrica para fornecer a automóveis híbridos, elétricos e a hidrogênio.
Se o Governo investe centenas de bilhões em um recurso não renovável, porque nem um único bilhãozinho para a Amazônia Amarela? O semi-árido sempre foi esquecido, sempre foi visto como um problema, mas agora com a crise da energia e com a crise climática, ele pode tornar-se uma solução. Mas, não é uma solução qualquer, pois o nosso Sol continuará a brilhar, pelo menos nos próximos quatro bilhões de anos, enquanto o petróleo do pré-sal terá acabado em apenas 20 anos de exploração. Mas investir na Amazônia Amarela não é só para ter uma fonte energética renovável e segura, é desenvolver economicamente uma região muito pobre, é levar empregos para o Sertão, é tornar todas esta região uma produtora e exportadora de energia. Com isto não faltarão recursos, idéias e tecnologias para levar água ao Sertão, seja através da transposição do Rio São Francisco ou não.
Viva a Amazônia Amarela! O Sol é nosso!

terça-feira, 10 de setembro de 2013

Eólicas e Solar avançam

Leilão de novembro:
Segundo a Empresa de Pesquisa Energética, no leilão de energia previsto para 18 de novembro, do total de 784 projetos, há 629 parques eólicos e 109 do tipo fotovoltaico. Além de PCHs (pequenas centrais hidrelétricas) e usinas térmicas usando biomassa.





São as renováveis começando a ganhar escala. As empresas que optarem por renováveis precisam saber que serão mais bem vistas aos olhos do público, pois estarão contribuindo para uma menor emissão de gases de efeito estufa, e minimizando os efeitos das mudanças climáticas.